20 novembro, 2010

19º dia - T de Tempo

Coisa que às vezes há em muita falta, ou então se tem a mais. Por mais que goste de estar ocupada a fazer alguma coisa às vezes sabe só deitar-me não dar pelo tempo passar. Se pudesse não voltava atrás no tempo mas por vezes parava-o, naqueles momentos em que pensamos "por favor faz com que este momento não acabe", naqueles (poucos) momentos que temos à cinderela naqueles segundos antes, por exemplo, de beijarmos a pessoa que amamos, a antecipação é o melhor, prolongava-o só por mais uns momentos, era tão bom!

13 comentários:

  1. achava tão bom os dias terem mais horas..

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  2. Tens mesmo de ir ve-lo :D Afinal os outros filmes deixaram muito a desejar, este~não! É realmente bom, na minha opinião claro xD

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  3. Eu já encontrei o trabalho, não é bem relatório, mas pode ser que ajude. Salto para a piscina, certo?

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  4. Informação Teórica (não sei se a tens): Consideremos o lançamento de um corpo, com uma certa velocidade inicial de direcção horizontal. A única força a que o corpo ficará sujeito, se os efeitos da resistência ao ar forem desprezáveis, é a força gravitica, de direcção vertical. Na horizontal não existe nenhuma força a actuar no corpo. Assim, o corpo cai com aceleração vertical g à medida que progride na horizontal com velocidade constante.

    O movimento de um projéctil lançado na horizontal pode portanto ser estudado decompondo-o em duas direcções:
    -> vertical - movimento uniformemente acelerado de aceleração g, sem velocidade inicial Vy0
    -> horizontal - movimento uniforme com velocidade vx constante e igual à velocidade inicial do projéctil.

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  5. Conclusão (mais ou menos): Quanto mais alto for o escorrega, mais comprido terá que ser a piscina, uma vez que o alcance depende da velocidade horizontal à saída da rampa e da altura desta.

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  6. Percebo mesmo o que queres dizer com isso.

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  7. Vou-te mandar um texto como comentário, não é meu mas adequa-se tão bem aqui.

    "Nunca conheci ninguém tão cuidadoso, nem tão meigo como Tú. Á saída de casa, de um restaurante, tinhas gestos que nenhum outro jamais tivera. Fechavas-me o casaco botão a botão. Enrolavas o cachecol à volta do pescoço, depois com as Tuas mãos brancas e lisas levantavas com cuidado o meu cabelo que ficara enrolado debaixo das golas do cachecol. A última vez que me fizeste isso tremi um pouco, queria que aquele momento durasse para sempre, por isso pedi-te, demora só um bocadinho mais a arranjar-me, só um bocadinho mais..."

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  8. É da Margarida Rebelo de Pinto - diário da Tua ausência.

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